Tratamento de Incontinência Urinária em Cuiabá
Perder urina não é uma consequência inevitável da idade nem do parto. É uma queixa com causas investigáveis e caminhos de tratamento.

Perda de urina não é algo com que se conviver calada
A incontinência urinária é uma das queixas mais comuns no consultório de ginecologia — e uma das que mais demoram a chegar até ele. Muitas mulheres passam anos adaptando a rotina ao problema: evitando exercícios, usando protetores diários, mapeando banheiros, deixando de rir alto.
Não precisa ser assim. A perda de urina tem causas que podem ser investigadas, e o primeiro passo é entender de que tipo de incontinência se trata.
Tipos mais comuns
- De esforço — a perda acontece ao tossir, espirrar, rir, correr ou levantar peso
- De urgência — a vontade aparece de repente e é difícil chegar ao banheiro a tempo
- Mista — combinação das duas situações acima
Os tipos têm causas distintas e conduta distinta. É por isso que a investigação vem antes: tratar sem saber de qual se trata costuma render pouco resultado.
Como é a avaliação
A consulta parte da história — em que situações a perda acontece, com que frequência, desde quando, o que já foi tentado e como isso afeta a rotina. Seguem-se o exame ginecológico e, quando indicado, exames complementares para esclarecer o quadro.
Caminhos de tratamento
A conduta depende do tipo e da intensidade. Ela pode envolver fisioterapia pélvica, mudanças de hábito, tratamento clínico, recursos da ginecologia regenerativa e, em parte dos casos, avaliação cirúrgica. Não raro o caminho é uma combinação, ajustada ao longo do tempo.
A fisioterapia pélvica, vale dizer, é um dos pilares do tratamento em muitos casos — e vem antes de qualquer procedimento.
Acompanhamento
Os retornos servem para medir a evolução com objetividade e ajustar o plano conforme a resposta.
Sobre incontinência urinária
É frequente, mas frequente não quer dizer que se deva conviver com isso. Existe investigação e existe tratamento — e quanto mais cedo o quadro é avaliado, mais opções costumam estar disponíveis.
Não. Boa parte dos casos é conduzida sem cirurgia — com fisioterapia pélvica, mudanças de hábito, tratamento clínico ou recursos da ginecologia regenerativa. A avaliação cirúrgica entra em parte dos casos, não em todos.
Ajuda muito anotar por alguns dias em que situações a perda acontece e com que frequência. Esse registro simples orienta bastante a investigação.
Barbado · Cuiabá - MT
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